Há quem prefira os cachorros,
mas eu não, prefiro as borboletas,lindas, coloridas e povoadas de liberdade de
uma asa a outra, talvez seja bem isso - a liberdade- quando a gente admira
muito algo pode ser o desejo de saber lidar com isso, não a admiração (de
fato), mas a ânsia da descoberta. A minha preferência pelas borboletas perdura,
elas podem voar (ou não), podem me surpreender dançando aquele ballet colorido
e alegre ao meu redor numa manhã que as coisas pareciam não dar muito certo,
pode ser que eu passe anos sem ver uma delas de perto, nem mesmo as amarelinhas
que tanto me animam, mas ainda assim eu vou gostar delas. Liberdade é uma
questão de saber lidar, desejar é clichê - quando se tem nem se sabe o que
fazer, o egoísmo do coração fala mais alto, querem estar presos mesmo, querendo
tanto ser livres.

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